21 de janeiro de 2026
Pré-Carnaval: o que sua loja precisa ter no mix para vender mais em fevereiro
Por que o Pré-Carnaval exige planejamento no varejo de beleza?
No varejo de beleza, fevereiro é um mês de alta intenção de compra — mas o pico não começa no feriado. Ele começa no Pré-Carnaval, quando o consumidor antecipa escolhas para eventos, viagens, calor intenso e maior exposição social. Esse é o período em que a compra deixa de ser “reposição” e vira “preparação”: produtos com efeito imediato, alta praticidade e forte apelo sensorial entram no radar e geram aumento de giro.
Para o lojista, a diferença entre vender bem e ficar com sobra depois do Carnaval costuma estar em três decisões: mix certo, quantidade correta e execução no ponto de venda. Quem compra tarde demais tende a enfrentar ruptura do que mais sai; quem compra sem critério tende a aumentar estoque parado. O objetivo aqui é acertar no meio: vender forte em fevereiro sem inflar o risco.
O que muda no comportamento do consumidor antes do Carnaval
No Pré-Carnaval, o consumidor compra com pressa, mas com intenção clara: ele quer produtos que funcionem rápido, sejam fáceis de usar e “combinem com o momento”. Isso favorece itens com resultado visível, sensorialidade e formatos práticos (spray, mini, refil, kit).
Também cresce a compra por impulso, principalmente quando a loja facilita a decisão com exposição bem montada e comunicação direta por benefício (“fixa”, “dura”, “brilha”, “protege”, “perfuma”, “define”). Em termos de PDV, é um período em que pontos extras e agrupamentos por ocasião costumam converter muito mais do que prateleira tradicional por categoria.
Quais categorias costumam vender mais no Pré-Carnaval
Aqui vale pensar em “mix por ocasião”, não só por prateleira. Carnaval puxa beleza de impacto + praticidade + calor. Abaixo, as categorias que geralmente performam melhor — e como trabalhar cada uma de forma inteligente.
📌 Perfumaria leve e sensorial
Body splash e fragrâncias mais leves tendem a girar muito bem porque são compra de uso diário e também compra “emocional”. Funcionam como item de recompra e são excelentes para cross-sell. Se você já trabalha linhas com forte apelo de fragrância, o Pré-Carnaval é o momento de dar destaque com comunicação simples e kits fáceis.
📌 Cabelos para calor, suor e umidade
Fevereiro exige solução rápida: finalizadores, produtos de definição com leveza, controle de frizz e praticidade (especialmente em formatos que o cliente entende e usa sem esforço). Aqui entram cremes para pentear, gelatinas, séruns e óleos leves — e também itens com apelo de “durabilidade do efeito”. A lógica é oferecer “rotina completa” para o cliente montar um combo e levar mais de um item.
📌 Finalização e fixação com efeito imediato
Carnaval é ocasião de longa duração. Produtos como spray de cabelo/fixador, finalizadores de alta performance e itens que ajudam a manter o visual por mais tempo tendem a ter procura maior, principalmente quando a comunicação do PDV orienta a compra (“segura o penteado”, “efeito duradouro”, “não pesa”).
📌 Beleza de impacto e brilho
Aqui entram os itens que o consumidor compra especificamente para a época: brilhos, glitters, iluminadores, itens de maquiagem de impacto e acessórios cosméticos, quando fizer sentido para o perfil da loja. É uma categoria que não precisa de volume absurdo de estoque, mas precisa de boa exposição e ponto extra, porque a compra é altamente impulsiva.
📌 Cuidados corporais e pós-sol
Hidratantes, loções, itens de autocuidado e produtos com pegada “refrescante” ou “pós-exposição” ganham relevância pelo calor e pelo aumento de rotina fora de casa. É uma categoria excelente para elevar ticket médio e reforçar recompra no pós-Carnaval.
Se você quiser aprofundar a estratégia de categorias e equilíbrio entre variedade e rentabilidade, recomendo conectar esse planejamento com um olhar mais amplo de mix: saiba como montar o mix ideal de produtos de beleza para sua loja, entendendo o que sustenta giro sem virar excesso de estoque.
Como montar o mix certo sem aumentar o risco de sobra
O erro clássico no Pré-Carnaval é comprar “no impulso do pico” e virar refém de promoções depois. Em vez disso, trabalhe com três camadas: base de giro, itens de ocasião e complementares de ticket médio.
👉 Base de giro:
itens que vendem sempre (e vendem mais no verão). Eles garantem fluxo de caixa e não “morrem” após o Carnaval.
👉 Ocasião:
brilho, fixação e perfumaria leve. Aqui a regra é quantidade controlada + exposição forte.
👉 Complementares:
itens que fazem o cliente levar mais de um produto (ex.: finalizador + sérum; body splash + hidratante; fixador + acessório).
Essa estrutura permite vender mais em fevereiro sem inflar estoque desnecessariamente. E esse acerto fica muito mais fácil quando o Carnaval não é tratado como evento isolado, mas como parte do seu calendário anual.
Para isso, vale usar o conteúdo de apoio: saiba como montar um calendário de compras para vender bem o ano todo, conectando sazonalidade, compras e execução por mês.
Como organizar o ponto de venda para acelerar o giro
No Pré-Carnaval, PDV vende mais do que argumento. O cliente precisa bater o olho e entender “o que isso resolve”. Uma boa prática é criar uma área temática com linguagem simples, por exemplo: “Brilho e Fixação”, “Cabelos Definidos”, “Cheiroso o Dia Todo”, “Pós-Sol e Autocuidado”.
Estruturas que costumam funcionar:
✅ Pontos extras perto do caixa com itens de impulso (glitter/brilho, body splash, pequenos itens de finalização).
✅ Agrupamento por solução (não por marca): “definição + controle de frizz”, “hidratação + fragrância”, “fixação + acabamento”.
✅ Sugestão de kit com 2–3 itens (combinações prontas reduzem indecisão e aumentam ticket médio).
Promoções como apoio ao mix, não como plano principal
Promoção no Pré-Carnaval funciona melhor quando é consequência do mix certo, não o contrário. Combos simples, kits e vantagens progressivas geralmente geram resultado mais sustentável do que desconto agressivo, porque preservam margem e estimulam compra múltipla.
Se a sua preocupação é aumentar vendas sem entrar em guerra de preço, vale apoiar sua estratégia com este conteúdo: entenda como criar promoções inteligentes que atraem clientes e aumentam vendas sem prejuízo, com ideias práticas para o varejo de beleza.
Carnaval é uma data — mas sazonalidade é estratégia
O lojista que vende bem em fevereiro normalmente faz duas coisas: antecipa decisões e usa sazonalidade como rotina, não como improviso. Carnaval é uma das datas mais fortes do trimestre, mas o aprendizado que ele deixa serve para várias outras campanhas do ano.
Se você quer estruturar esse olhar de forma recorrente, vale aprofundar aqui: saiba como usar o Carnaval e outras datas sazonais para aumentar suas vendas, organizando ações e compras sem ficar refém do “em cima da hora”.
Vender mais em fevereiro começa com preparação e execução
O Pré-Carnaval
é uma janela curta, porém extremamente lucrativa quando a loja acerta o mix e executa bem no PDV. Produtos certos, em quantidade controlada, com exposição orientada por ocasião e comunicação por benefício tendem a gerar giro alto e recompra — sem transformar fevereiro em um mês de risco de estoque parado.
A estratégia vencedora é simples: antecipar, curar o mix por ocasião e facilitar a decisão do cliente no ponto de venda. O resultado aparece em ticket médio, giro e eficiência de compra.
Conte com a Lívia Distribuidora para preparar seu mix de fevereiro
Na Lívia Distribuidora, você encontra um portfólio estratégico para o Pré-Carnaval, com marcas de alta aceitação, itens de giro rápido e suporte comercial para ajudar sua loja a montar um mix que vende em fevereiro sem aumentar o risco de sobra.
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